domingo, 2 de maio de 2010

Fazer jornalismo é gratificante e é uma profissão diferenciada

Lorena Castro, 24 anos, mineira de  Belo horizonte, sempre desejou  ser jornalista e isso ela afirma com toda a convicção. “ fazer jornalismo é gratificante.  e a profissão nos dá uma dinâmica maior. por que nos leva a  participar do processo de criação da noticia em todas as suas etapas e também nos tornando um tipo de ator social que tem a responsabilidade de  informar com isenção.

Qual foi seu o primeiro emprego  no jornalismo ?

 Atuei como  assessora de imprensa da Unb no inicio da  carreira,  mas o que realmente me  atraiu no jornalismo foi a  editoria de esportes em função de gostar  muito da área esportiva.

Desde quando você trabalha no Jornal de Brasília?

Trabalho  como repórter da editoria de esportes do Jornal de Brasília desde novembro de 2009.

Você sempre se identificou mais com a mídia impressa?

Sim, No inicio até tentei outras mídias, mas foi  com o jornalismo impresso que me identifique, devido à facilidade de escrever e o impresso dar essa dinâmica com textos mais longos e aprofundados.

A paixão pelos esportes é um dos motivos que a levou a fazer jornalismo esportivo?

Sim,  sempre gostei  de coberturas esportivas e isso me influenciou a fazer jornalismo, pois sou  apaixonada por todas as modalidades.
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A profissão é valorizada como deveria ou você acha que deveria ser melhor  remunerada?


 A  profissão deveria ser um pouco mais valorizada e com salários melhores, mas há uma desvalorização por parte das empresas de comunicação. O sindicato dos jornalistas do Distrito Federal  não atua como deveria na  luta pela categoria .

Você acredita que as novas tecnologias ajudaram a dinamizar o jornalismo tornando o mais democrático?

Com a introdução de novas tecnologias, o jornalismo se tornou dinâmico e mais rápido, pois a informação chega com uma velocidade maior e mais democrática aos seus leitores. Entretanto, existe ainda algumas barreiras no domínio das novas ferramentas por alguns leitores,mas isso vai se dissipando aos  poucos.

E em relação a política no Brasil, você acredita nos parlamentares brasileiros?

Há uma grande desconfiança nos políticos , e nas instituições que eles representam. E tudo isso em parte, devido a má postura de alguns deles que não votam projetos de relevância para o país.


Qual  é a cobertura jornalística que você considera como marcante na sua carreira?

Um dos momentos mais marcantes da minha  carreira , foi  entrevistar o apresentador e editor chefe do Jornal Nacional , Willian Bonner,  em outubro de 2009  durante uma palestra na faculdade de comunicação da UnB, quando ainda trabalhava  na  assessória  de comunicação da  mesma universidade. Foi um momento bem interessante na minha profissão, pois entrevistar um dos ícones da comunicação brasileira, foi uma experiência muito valida e proveitosa para quem estava  começando na profissão.

Qual é a diferença da mídia impressa para as outras formas de jornalismo?


 O jornalismo impresso tem uma forma diferente e mais aprofundado que as outras mídias, justamente a maneira de abordar a noticia com uma analise mais consistente e concisa na apuração dos fatos e fazendo com que os  leitores tenham uma informação precisa e embasada com maior  precisão.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Os perigos virtuais

No jargão da informática, hacker é um termo digno. O que é um hacker? Não existe tradução. A mais próxima adaptação seria "fuçador" e o verbo to hack, "fuçar". Hacker era o termo usado pelos estudantes do MIT para designar aqueles que "fuçavam" nos computadores da Universidade além dos limites de uso.

Não dá para definir o que é realmente um hacker. Mas em qualquer sala de computação existem aqueles que vão para trabalhar, aqueles que vão para aprender e aqueles que vão para se divertir. Mas em alguns casos eles se tornam uma ameaça para segurança de algumas instituições financeiras.

O contato constante com o computador e a vontade de fazer com que ele o obedeça faz surgir o indivíduo fuçador, que despreza a idéia de freqüentar um curso ou pagar a um profissional para que o ensine a usar um programa. Alguns fazem dessa facilidade com a máquina uma profissão e mudam de ramo. A vontade de explorar este universo eletrônico transforma o indivíduo.

Não há uma definição genérica, para os hacker que são basicamente feras da informática que adoram aprender como os sistemas funcionam externa e principalmente internamente. Algumas pessoas os definem como desordeiros e pessoas más, mas na verdade os verdadeiros hacker não são anjos, mas não saem por aí invadindo outros sistemas, causando danos ou espionando as informações dos outros. Entretanto, existem aqueles que usam sua habilidade para praticar crimes na rede.

domingo, 14 de março de 2010

A religião como verdade suprema

A Religião é um processo relacional desenvolvido entre o Homem e os poderes por ele considerados sobre humanos, no qual se estabelece uma dependência ou uma relação de dependência. Essa relação se expressa através de emoções como confiança e medo, através de conceitos como moral e ética, e finalmente através de ações (cultos ou atividades pré-estabelecidas, ritos ou reuniões solenes e festividades). A Religião é a expressão de que a consciência humana registra a sua relação com o inefável, demonstrando a sua convicção nos poderes que lhes são transcendentes. Esta transcendência é tão forte, que povoa a cultura humana.



Neste sentido, a Religião é sempre a face soberana da Verdade; porém, na inquietação que lhes caracteriza a existência na Terra, os homens se dividem em numerosas religiões, como se a fé também pudesse ter fronteiras, à semelhança das pátrias materiais, tantas vezes mergulhadas no egoísmo e na ambição do ser humano.


Dessa falsa interpretação têm nascido no mundo as lutas antifraternais e as dissensões religiosas de todos os tempos.


Todas as idéias religiosas, que as criaturas humanas trazem consigo destinavam-se a preparar o homem para receber e aceitar os preceitos que norteiam a vida. E isso torna-se cada vez mais evidente nos dias atuais em função  da  degradação dos valores morais,culturais e sociais.

sábado, 6 de março de 2010

Parcerias que dão certo

Mesmo em regiões em que a desesperança é quase total o trabalho comunitário mostra os caminhos para se viver com dignidade e cidadania. A região do entorno do DF, que apresenta altos níveis de violência, conhece essa realidade. Mas foi por meio do trabalho de alguns amigos do Grupo de Teatro Vem Viver, é que surgiu em 1999 a Associação Companhia Teatral Vem Viver, em Céu Azul, Valparaíso de Goiás a 35 quilômetros de Brasília.

Projetos desenvolvidos pela Vem Viver

A Vem Viver realiza hoje projetos tais como: Programa de Atenção Integral a Família (PAIF), Alfabetização de Jovens e Adultos, Projeto Esporte e Lazer da Cidade, Sábado Cultural e a Via Sacra do Céu Azul, além do ECP – Educação para Combater a Pobreza, vinculado à Missão Criança. Todos esses projetos contemplam mais de 3 mil pessoas da comunidade.

O presidente da ONG Vem Viver, Antonio Francisco Sousa da silva, afirma, a respeito da parceria com a Missão: “ A vinda da Missão Criança ao nosso município trouxe às famílias atendidas por seu projetos esperança de uma vida melhor aumentando a auto-estima dos envolvidos e de seus familiares. Nos acreditamos que projetos como esse da Missão Criança são capazes de construir um sociedade mais justa”, finaliza.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Inclusão digital: o que é e a quem se destina?

A inclusão digital precisa ser mais democrática no Brasil

Inclusão digital significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia. A expressão nasceu do termo “digital divide”, que em inglês significa algo como “divisória digital”. Hoje é comum ler expressões similares como democratização da informação, universalização da tecnologia e outras variantes parecidas e politicamente corretas.

Esse termo, de tão usado, já se tornou um jargão. É comum ver empresas e governos falando em democratização do acesso e inclusão digital sem critérios e sem prestar atenção se a tal inclusão promove os efeitos desejados.

Não há uma regra para a inclusão digital no Brasil, como há uma desigualdade social em termos de recursos e dinheiro distribuído para população, isso nem sempre acontece de forma satisfatória. Ela seria uma alternativa para o acesso dos menos favorecidos a essa era digital se realmente fosse feita como deveria ser o que nem sempre acontece. Prova disso é a diferença entre os estados de maior e menor inclusão digital no Brasil. Sendo o Distrito Federal com maior inclusão e o maranhão o menor. Entre os mais incluídos encontram-se são Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A CARTA DE AFASTAMENTO DE ARRUDA
Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal

A campanha insidiosa contra mim chega a um ponto culminante com a decisão do Superior Tribunal de Justiça,que considero imprópria, absurda, mas que devo acatar.

Ainda ontem, meus advogados legalmente constituídos estiveram no STJ para manifestar o meu desejo de prestar depoimento para pôr fim a esta série de armadilhas, armações, flagrantes pré-fabricados, denúncias politicamente bem elaboradas para não apenas impedir a minha participação nas eleições 2010, mas agora também com o objetivo de me destruir política e pessoalmente.

Diante da gravidade dos fatos, peço licença do cargo de governador do Distrito Federal pelo tempo que perdurar esta medida coercitiva, para não transferir a Brasília e à sua população a agressão que fazem contra mim e ao cargo que legitimamente exerço, eleito que fui pelo voto popular.


Estou consciente de que desarmei uma quadrilha que se locupletava de dinheiro público há muitos anos e que agora volta-se contra mim de maneira torpe para confundir a opinião pública, confundir as autoridades e tramar a minha saída do Executivo, como se isso tivesse o poder de esconder as falcatruas que durante tantos anos praticaram impunemente.

Este caminho não tem mais volta. Vou enfrentar todas essas vicissitudes com serenidade, equilíbri e a firme determinação de fazer com que a verdade prevaleça, e de que bandidos, travestidos de mocinhos, sejam desmascarados.

Agradeço aos amigos de verdade todas as manifestações de solidariedade e reafirmo que agora, mais do que nunca, sou eu que desejo a conclusão deste inquérito, o julgamento definitivo de todas as denúncias para que, pelo menos, o meu sofrimento pessoal e todas as dificuldades que tenho vivido sirvam para livrar Brasília dos atos perniciosos que a acompanham há tanto.

Informo, ainda, que nos termos do artigo 92, da Lei Orgânica do Distrito Federal, o vice-governador, Paulo Octávio Alves Pereira, exercerá a Chefia do Poder Executivo do Distrito Federal durante minha ausência. José Roberto Arruda

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