domingo, 28 de fevereiro de 2010

Inclusão digital: o que é e a quem se destina?

A inclusão digital precisa ser mais democrática no Brasil

Inclusão digital significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia. A expressão nasceu do termo “digital divide”, que em inglês significa algo como “divisória digital”. Hoje é comum ler expressões similares como democratização da informação, universalização da tecnologia e outras variantes parecidas e politicamente corretas.

Esse termo, de tão usado, já se tornou um jargão. É comum ver empresas e governos falando em democratização do acesso e inclusão digital sem critérios e sem prestar atenção se a tal inclusão promove os efeitos desejados.

Não há uma regra para a inclusão digital no Brasil, como há uma desigualdade social em termos de recursos e dinheiro distribuído para população, isso nem sempre acontece de forma satisfatória. Ela seria uma alternativa para o acesso dos menos favorecidos a essa era digital se realmente fosse feita como deveria ser o que nem sempre acontece. Prova disso é a diferença entre os estados de maior e menor inclusão digital no Brasil. Sendo o Distrito Federal com maior inclusão e o maranhão o menor. Entre os mais incluídos encontram-se são Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A CARTA DE AFASTAMENTO DE ARRUDA
Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal

A campanha insidiosa contra mim chega a um ponto culminante com a decisão do Superior Tribunal de Justiça,que considero imprópria, absurda, mas que devo acatar.

Ainda ontem, meus advogados legalmente constituídos estiveram no STJ para manifestar o meu desejo de prestar depoimento para pôr fim a esta série de armadilhas, armações, flagrantes pré-fabricados, denúncias politicamente bem elaboradas para não apenas impedir a minha participação nas eleições 2010, mas agora também com o objetivo de me destruir política e pessoalmente.

Diante da gravidade dos fatos, peço licença do cargo de governador do Distrito Federal pelo tempo que perdurar esta medida coercitiva, para não transferir a Brasília e à sua população a agressão que fazem contra mim e ao cargo que legitimamente exerço, eleito que fui pelo voto popular.


Estou consciente de que desarmei uma quadrilha que se locupletava de dinheiro público há muitos anos e que agora volta-se contra mim de maneira torpe para confundir a opinião pública, confundir as autoridades e tramar a minha saída do Executivo, como se isso tivesse o poder de esconder as falcatruas que durante tantos anos praticaram impunemente.

Este caminho não tem mais volta. Vou enfrentar todas essas vicissitudes com serenidade, equilíbri e a firme determinação de fazer com que a verdade prevaleça, e de que bandidos, travestidos de mocinhos, sejam desmascarados.

Agradeço aos amigos de verdade todas as manifestações de solidariedade e reafirmo que agora, mais do que nunca, sou eu que desejo a conclusão deste inquérito, o julgamento definitivo de todas as denúncias para que, pelo menos, o meu sofrimento pessoal e todas as dificuldades que tenho vivido sirvam para livrar Brasília dos atos perniciosos que a acompanham há tanto.

Informo, ainda, que nos termos do artigo 92, da Lei Orgânica do Distrito Federal, o vice-governador, Paulo Octávio Alves Pereira, exercerá a Chefia do Poder Executivo do Distrito Federal durante minha ausência. José Roberto Arruda

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